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 Exposição Imagem Mágica no 10º Festival Hercule Florence de Fotografia 

Imagem Mágica no 10º Festival Hercule Florence de Fotografia

 

A exposição Imagem Mágica compõe um dos eixos curatoriais do 10º Festival Hercule Florence de Fotografia com a proposta de refletir sobre os processos que envolvem a fotografia partindo do princípio da câmera obscura, das câmeras artesanais e dos mecanismos de formação da imagem. O princípio da câmera obscura é o fenômeno óptico responsável pela formação da imagem no interior de todos os dispositivos produtores de imagens. Qualquer lugar ou recipiente totalmente escuro no qual a luz atinja o interior por um pequeno orifício é capaz de formar uma imagem.  Trata-se de um fenômeno físico sobre o qual diversos artistas brasileiros têm realizado pesquisas e experimentações, unindo equipamentos precários a outros de alta tecnologia.

 

Sediada Estação Cultura, a exposição conta com obras de Dirceu Maués, Luiz Alberto Guimarães, Miguel Chikaoka e Mônica Mansur. Composta por fotografias e objetos feitos com câmeras artesanais, ações e intervenções em espaços abertos e no próprio espaço expositivo, a proposta é colocar o visitante como protagonista na descoberta dos princípios físico-ópticos básicos de formação da imagem e transformar o espaço expositivo em local de experimentação e aprendizado.

 

As ações do projeto foram estruturadas a partir de duas linhas principais de atuação cujo objetivo principal é a vivência, a descoberta sensível e a análise do fenômeno da formação da imagem, visando a reflexão sobre o papel da imagem na arte e na vida contemporânea. A primeira contempla a exposição, com imagens e obras prontas feitas por câmeras artesanais e a segunda será composta pela construção de obras instalativas dentro de oficinas de aprendizagem.



 

Dirceu Maués  - (In) versões na paisagem

Durante os cinco dias do Festival, Dirceu Maués produzirá uma instalação de câmeras escuras na Estação Cultura. Sobre esta intervenção, o artista escreve: “O fato de vivenciar a experiência da câmera escura num encontro ao acaso provoca no expectador-transeunte um certo deslocamento: […] o horizonte visto de ponta cabeça parece indicar que o mundo pode ser observado de um ponto de vista radicalmente inverso.” Algumas caixas de madeira, lupas, papel vegetal: uma imagem se forma. Invertida paisagem... um mundo dentro de uma caixa: o mundo de ponta cabeça.

Luiz Alberto Guimarães – Cuba Libre

[CUBA porque foi de lá que vieram as caixinhas;

LIBRE porque essas máquinas nascem livres do pecado original (de ver como os olhos)]

O ensaio apresentado por Luiz Alberto Guimarães foi realizado com máquinas artesanais construídas com caixas de charutos cubanos, com (até) quatro entradas de luz.  Dentro da câmera, a posição da película sensível não é frontal aos orifícios, de modo a registrar aquelas porções da imagem que são anamórficas em relação à visão frontal humana.

Miguel Chikaoka - Urublues

Miguel Chikaoka participa da 10a. Edição do Festival Hercule Florence de Fotografia de Campinas com “Urublues”, um painel fotográfico de grandes dimensões construído coletivamente ao longo das duas semanas que antecedem o Festival. A partir de oficinas e jornadas de fotografia pinhole envolvendo educadores/multiplicadores e público interessado serão geradas milhares de fotografias pinhole que, gradativamente, como um mosaico, formarão a imagem de um monumento arquitetônico da cidade. Urublues se configura como um trabalho coletivo-anônimo em que “imagens-componentes” de autorias multiplas funcionam como pixels de uma grande imagem-matriz.

Mônica Mansur – Panoramas Imaginários

Os Panoramas Imaginários de Mônica Mansur trazem imagens-fragmentos de diferentes cidades feitas com uma camera panorâmica da década de 1970 transformada em pinhole. Montadas como pequenas rotundas, fazem uma alusão aos panoramas do século XIX com paisagens do século XXI.